sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

eu não quero falar de amor. E não quero que isso tudo se torne sobre o amor. Eu não quero viver o amor em sua totalidade, o amor traz em seu bojo uma fúria maior e cega. Eu não quero essas possibilidades na minha vida, não agora. Não é o momento. As pessoas tornam suas vidas importantes quando falam sobre amor ou se referem imediatamente ao amor como uam parrte integrante e inseparável da sua vida e falam também sobre a possibilidade absurda do amor funcionar, do jeito estranho como o amor não funciona às vezes também, e tornam isso tudo tão relevantes e choram e emagrecem e choram novamente. Porque as pessoas choram por algo que supostamente deveria nos tornar tão bem? Pode parecer uma pergunta clichê, mas...o óbvio é essencial aos olhos e à vida. O amor é lugar-comum.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

eu me sinto livre e espontâneo. Por quanto tempo mais vou conseguir me enganar? Eu quero ser livre e leve, ser pesado em minhas escolhas já me fez aprender e me fez sofrer. Eu não quero sentir o doce ou amargo gosto do amor, não ainda. Eu só quero não mais falar sobre amor. Amor tornou-se um sentimento dispensável, por agora, é que eu vou precisar de alguns bons meses sozinhos para saber e ter certeza o quão longe eu posso ir sendo frio e solitário. Eu sou forte, mas não tanto assim.